Cuidados e Prevenção no Uso de Betoneiras Manuais

Cuidados e Prevenção no Uso de Betoneiras Manuais

Neste artigo, veremos os cuidados básicos a serem tomados durante o manuseio de uma betoneira manual. É importante que todos os trabalhadores tenham consciência dos riscos e perigos. A negligência ainda é a maior causa de acidentes de trabalho.

O uso de uma betoneira parece simples. No entanto, o seu manuseio pode infringir uma série
de riscos à saúde do operador, que também fica vulnerável a graves acidentes de trabalho.

Irritação dos olhos, pele e sistema respiratório pela exposição à poeira de cimento: A poeira de
cimento é cáustica e reage com a umidade dos olhos, nariz garganta e todo o sistema respiratório, até o
pulmão, produzindo irritação. A sílica livre da areia pode produzir silicose. Use respiradores aprovados.

Acidentes sérios no sistema de transmissão de força do equipamento (polias, correias): Mantenha
as proteções do sistema de transmissão em seu lugar e não se aproxime das partes em movimento.

Ocorrências em serviços de manutenção: Todas as intervenções de manutenção ou limpeza devem
ser feitas com o equipamento desligado de forma positiva (comando de energia trancado e sinalizado.

Problemas de ergonomia: Carregue a sacaria de matéria-prima com auxílio de carrinhos. O
levantamento e o transporte manual devem ser feitos de forma correta, usando-se a força das pernas e
mantendo-se as costas retas. Manuseie cargas em duplas. Obtenha orientação ergonômica.

Escorregamento, tropeços e quedas na área de trabalho: A área de preparação de concreto já é
normalmente alagada e improvisada. Se ela for desorganizada , facilitará ainda mais a ocorrência de
acidentes.

Queimaduras químicas pelo contato da pele com o concreto preparado: As dermatites de contato
pelo concreto são sérias. Proteja a pele de contato direto e lave constantemente as partes atingidas com
água fria. Use EPis impermeáveis e resistentes a àlcalis.

Outros riscos: Queda de objetos na obra (usar capacete); movimentação de veículos (atropelamentos) ;
operações próximas (soldagem , dobragem de ferros , entre outras).

 

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Medidas de segurança na Borracharia

Medidas e procedimentos de segurança na Borracharia

Medidas e procedimentos de segurança na Borracharia

Medidas de segurança na Borracharia – Saúde e Segurança no Trabalho

O trabalho de um borracheiro compreende, basicamente, o conserto e a troca de pneus
avariados, além de serviços de alinhamento de direção, balanceamento de rodas e cambagem.

• Ao realizar a troca de pneus com macaco hidráulico, coloque cavaletes e calços nas rodas que
estiverem no piso;
• Faça uso de luvas de proteção, óculos e botinas de segurança, assim como do protetor auricular;
• Cuidado ao encher os pneus ou calibrá-los. Certifique-se se de que o compressor de ar passou por
manutenção recente e que possui válvula de segurança;
• Dobre apenas as pernas, mantendo a coluna ereta, ao erguer algum peso do chão;
• Evite fazer força desnecessária. Busque meios auxiliares como, por exemplo, carrinhos ou a ajuda de
um companheiro;
• Procure diminuir o contato direto com óleos e graxas. Ao lavar as mãos, não o faça com solventes e
gasolina, mas, sim, com pasta desengraxante à base de produtos naturais;
• Não carregue as ferramentas no bolso do uniforme;
• Antes de iniciar a jornada de trabalho, retire todos os adornos pessoais (pulseiras, anéis e relógios);
• Verifique se a ferramenta utilizada é adequada para o serviço e se ela encontra-se em bom estado;
• Não utilize ferramentas gastas, torcidas, quebradas, sem cabos, não afiadas ou com rebarbas;
• Na impossibilidade de fazer a troca do pneu na borracharia, isole a área de trabalho com cones ou
fitas zebradas;
• Mantenha os extintores de incêndio desobstruídos e com uma área livre de um metro quadrado;
• Percebendo defeitos ou anormalidades em máquinas ou equipamentos, comunique seu supervisor
para que ele possa providenciar o conserto;
• Caso ocorra derramamento de óleo, faça a sua remoção imediatamente.

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Entenda a Gripe H1N1

Previna-se! O vírus da gripe está por toda parte!

Entenda a Gripe H1N1

Qual é a forma de contágio mais eficiente do vírus da gripe H1N1?

O fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distância.

Quanto tempo fica ativo o vírus da gripe H1N1 numa maçaneta ou
superfície lisa?

O álcool em gel ajuda? O vírus pode ficar até 10 horas no local. Álcool em gel é imprescindível, pois torna o vírus inativo e o mata.

Quais são os sintomas da Influenza A/ e gripe H1N1?

São sintomas semelhantes aos da gripe comum: febre alta e tosse, mas em alguns casos também podem aparecer: dor de cabeça e no corpo, garganta inflamada, falta de ar, cansaço, diarréia e vômitos.

Qual é o período de incubação do vírus da gripe H1N1?

Em média de 5 a 7 dias, quando então os sintomas aparecem quase imediatamente.

O vírus H1N1 é mortal?

Não. É um vírus gripal, porém um novo mutante de força desconhecida. O que ocasiona a morte é um
sistema imunológico fragilizado.

Como posso evitar contagiar-me com o H1N1?

Primeiro: evitar aglomerado de pessoas em ambientes fechados. Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Lavar as mãos sempre que estiver em local estranho ou de risco.

 

Como posso me prevenir da doença?

A recomendação do Ministério da Saúde é para se evitar locais com aglomeração de pessoas, pois isso reduz o risco de contrair a doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Por isso, o uso de máscaras pela população não é recomendado pelo Ministério da Saúde. Entretanto, quem está doente deve fazer uso de máscara, quando estiver em contato com outras pessoas, para não transmitir o vírus.

Dicas

• Lave as mãos com frequências;

• Evite lugares aglomerados. Lugares aglomerados são ótimos proliferadores de doenças;

• Evitar contato direto com pessoas doentes.

• Não compartilhar alimentos, copos toalhas e objetos de uso pessoal.

• Evitar tocar os olhos, nariz e boca.

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Gripe H1N1

NR9

NR9

NR9 / PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

O que é PPRA NR9?

O PPRA é um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

O PPRA /NR9 é um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais  é um conjunto de ações visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

No Brasil a legislação do trabalho obriga todas as empresas públicas e privadas a elaborarem e implementarem o PPRA/NR9, além de manter um documento base de registro dessas ações, que incluem:

  • levantamento dos riscos;
  • planejamento anual com estabelecimento de metas e prioridades;
  • cronogramas;
  • estratégia e metodologia de ação;
  • forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;
  • periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA /NR9.

O PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais foi estabelecido pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, por meio da Norma Regulamentadora NR 9, Portaria 3214/78, com objetivo de definir uma metodologia de ação para garantir a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores face aos riscos existentes nos ambientes de trabalho.

São considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos. São considerados fatores de riscos ambientais a presença destes agentes em determinadas concentrações ou intensidade. O tempo máximo de exposição do trabalhador a esses agentes é determinado por limites pré estabelecidos.

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais considera riscos que abordam agentes físicos como ruído, vibrações e temperatura; agentes químicos como poeiras, gases e vapores; e agentes biológicos como bactérias, fungos e vírus.

O PPRA deve contemplar, no mínimo, o planejamento anual; estratégias e metodologias de ação; registro, manutenção e divulgação dos dados; e avaliação do desenvolvimento.

As fases do PPRA são

1 antecipação e reconhecimento dos riscos;

2 estabelecimento das prioridades e metas de avaliação e controle;

3 avaliação dos riscos e exposição dos trabalhadores;

4 implantação de medidas de controle;

5 monitoramento dos riscos;

6 registro e divulgação dos dados.

Topofmind

Top of Mind de RH divulga empresas e profissionais indicados em 2017

Top of Mind RH divulga empresas e profissionais indicados em 2017

O Grupo MedNet está entre as 5 empresas finalistas da premiação do Top of Mind de RH 2017

Top of Mind RH divulga empresas e profissionais indicados em 2017 . Terminada a primeira fase da votação da edição 2017 do Top of Mind de RH, maior e mais prestigiosa premiação do mercado de Recursos Humanos brasileiro, é hora dos indicados serem finalmente conhecidos.

No último mês de abril, a Fênix Editora, que organiza o prêmio desde de sua primeira edição no ano de 1998, revelou as cinco empresas e profissionais mais lembrados em cada uma das 34 categorias do Top. Essas categorias são divididas em três grupos diferentes: Empresas Fornecedoras de Produtos e Serviços para o RH, Empresas com Práticas Reconhecidas e Profissionais de Destaque.

“Este é um momento ansiosamente aguardado pela comunidade de RH, em que as empresas celebram o reconhecimento por estarem entre as cinco mais lembradas em seus segmentos específicos, mas já projetam as ações para a segunda fase da votação, que vai decidir quem é o mais lembrado entre os cinco concorrentes”, diz Carlos Temistocle, diretor comercial da Fênix.

Na prática, esta segunda fase da votação teve início no último dia 2 de maio e se estenderá até 22 de setembro. No dia 20 de outubro, após rigoroso processo de auditoria e processamento dos votos, as empresas e profissionais vencedores serão revelados em evento para mais de 1000 convidados na casa de show Tom Brasil, em São Paulo. Apenas profissionais de Recursos Humanos podem votar.

Aqui está a lista das 5 empresas e profissionais indicados à 20ª edição do Top of Mind de RH:

MEDICINA OCUPACIONAL

Mednet Medicina e Segurança do Trabalho

Astra Assessoria

Bioqualynet Saúde Ocupacional

Grupo BMPC

Mantris

PPRA PCMSO PCMAT Laudos PPP NTEP/FAP CIPA Ergonomia Ambulatórios Exames Médicos Treinamento CIPA

Movimento Maio Amarelo

MOVIMENTO – MAIO AMARELO

Movimento Maio Amarelo

O que é o movimento maio amarelo?

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

A marca

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.

Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.

A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.

Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da “atenção pela vida”.

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito

A OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

As previsões da OMS

Indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

http://maioamarelo.com/

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