SEGURANÇA NO TRABALHO EM TURNOS

Segurança no Trabalho em Turnos

Perda de motivação, concentração reduzida e reações mais lentas são as características que, muitas vezes, acompanham os trabalhadores que exercem suas atividades em turnos. Nessas condições o risco de acidentes de trabalho aumenta muito, principalmente em funções que envolvem operação de máquinas e outras tarefas que exijam vigilância. Veja algumas dicas para um trabalho seguro.

  • Pausas regulares durante o turno, seja para uma caminhada ou alongamento, são importantes para manter elevado o nível de energia do trabalhador;
  • Precauções extras de Segurança no Trabalho devem ser tomadas pelos funcionários para compensar a possível falta de atenção;
  • Ao sentir sonolência o trabalhador deve evitar operar máquinas pesadas, dirigir ou manusear materiais perigosos,
    além de notificar seu supervisor que não se sente apto a realizar tal tarefa;
  • Aqueles que supervisionam trabalhadores em turnos devem tentar atribuir tarefas variadas para ajudar o trabalhador a
    permanecer alerta e atento;
  • O ambiente de trabalho deve ser bem iluminado, ventilado, aquecido ou resfriado a uma temperatura confortável;
  • A cafeína aumenta a vigilância temporariamente, mas não é um substituto para o sono. Os empregados precisam
    entender isso e não depender unicamente do café para continuar de pé;
  • Os empregadores podem incentivar seus funcionários a manterem a saúde em dia implementando lanches saudáveis
    na empresa e fornecendo um espaço para práticas de exercícios físicos durante os intervalos de trabalho;
  • Fora do trabalho os funcionários devem estabelecer um horário para dormir, de modo a “acertar” o relógio biológico.

Exercícios Antissono

De pé, marche no mesmo lugar horizontalizando as coxas. Pode ser em ritmo normal. O importante é a amplitude do movimento.

Tempo: 1 minuto Efeito: libera no cérebro noradrenalina, estimulante da atividade cerebral.

De pé, coloque um pé bem na frente do outro, equilibre-se, fechos os olhos e mantenha o equilíbrio

Tempo: 30 segundos

Efeito: As colaterais proprioceptivas que sobem das pernas ativam o Sistema Reticular Ascendente, que promove estimulação difusa do córtex cerebral.

 

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Previna a LER – Lesão por esforço repetitivo

Previna a LER – Lesão por esforço repetitivo

Sugestão e prática de exercícios

LER são doenças do trabalho, típicas da atividade intensa e repetitiva, provocadas pelo uso inadequado e excessivo do sistema
que agrupa os ossos, nervos, músculos e tendões. Principalmente os membros superiores, mãos, punhos, braços, antebraços, ombros e coluna vertical. Por isso é importante variar esses movimentos

  1. Relaxe os músculos do pescoço, incline a cabeça para a esquerda, para direita, para frente e para trás, sempre mantendo cada posição por alguns segundos.
  2. Role os ombros com braços soltos e as mãos apontando para baixo, execute um movimento giratório para frente e depois para trás. Por três vezes.
  3. Rotacione os antebraços levantando os braços estirados, com as palmas das mãos voltadas para cima, até a altura dos ombros.
  4. Movimente em círculos os punhos com os braços retos e para os lados, girando lentamente as mãos circularmente, trabalhando
    os punhos;
  5.  Flexione as pontas dos dedos com a mão direito estendida, dedos juntos e palma voltada para baixo, torce os dedos contra a palma da mão esquerda, mantendo a posição por alguns segundos e solte-os suavemente. Repita com a outra mão.
  6. Gire os braços lentamente para dentro até que o dorso das mão Fique de frente um para o outro. Gire os braços novamente, retornando-os à posição inicial.
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PINTANDO COM CUIDADO

Pintando com cuidado

Utilizada em quadros, portas, automóveis ou em qualquer outro objeto, a pintura geralmente vem acompanhada de riscos que podem afetar sua saúde. Então verifique os riscos e as medidas de segurança que devem ser tomadas quando for pintar.

Quais são os riscos?

• Inalação de produtos químicos;
• Contaminação da pele com produtos químicos;
• Irritação dos olhos.

Quanto à segurança:

• Antes de iniciar a pintura verifique se no local há motores ou equipamentos que possam gerar faísca ou calor;
• Em ambientes fechados ou confinados verifique se há ventilação e/ou exaustão;
• Sempre utilize os equipamentos de proteção;
• Não fume, beba ou coma no ambiente de trabalho;
• Não lave as mãos com solventes de tintas;
• Armazene sempre a tinta em locais ventilados e secos;
• E nunca esqueça: quando for pintar máquinas e/ou equipamentos sempre coloque etiqueta de advertência azul.

 

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Segurança com ferramentas manuais

Segurança com ferramentas manuais

 

Ferramentas impróprias, uso inadequado e falta de equipamentos de segurança para os trabalhadores são os principais fatores causadores de acidentes com ferramentas manuais. O importante é nunca improvisar. Portanto:

  • Inspecione a ferramenta antes de usar;
  • Use sempre proteção ocular e os demais equipamentos de segurança recomendados;
  • Tenha a ferramenta certa e de tamanho certo ara a tarefa;
  • Use a ferramenta para o seu uso previsto. Chave fixa não é martelo, chave de fenda não é formão, formão não é chave de fenda;
  • Mantenha as ferramentas em boas condições. As que tem que ser afiadas, bem afiadas;
  • Não trabalhe com as mãos escorregadias de óleo ou graxa;
  • Tenha cuidado especial com ferramentas pontiagudas e com arestas cortantes;
  • Carregue ferramentas em bolsas e cintos próprios;
  • Use uma morsa para fixar pequenas peças ao usar ferramentas;
  • Nunca as carregue nos bolsos;
  • Não use instrumentos tortos, rachados, soltou ou com folga excessiva;
  • Punções e talhadeiras não pode tem “cabeça de cogumelo”. Recuse ou corrija para evitar projeções de partículas ou martelar;
  • Não use prolongadores em chaves para aumentar o torque;
  • Depois do uso, as ferramentas precisam ser limpas e guardadas;
  • Reporte quando estiverem em mau estado ou quebradas. Não deixe o próximo usuário se acidentar;
  • Sempre faça o movimento de corte ou percussão para longe de você.
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Conceitos Básicos e Soluções de Ventilação em Espaços Confinados

Conceitos Básicos e Soluções de Ventilação em Espaços Confinados

 

O trabalho em áreas confinadas é considerado uma das atividades que mais geram acidentes graves, seja pela ocorrência de explosão, de
incêndio ou por asfixia, esses acidentes, em sua maioria, acabam tendo consequências fatais.
Uma das recomendações importantes para reduzir a concentração de substâncias tóxicas e/ou perigosas presentes na atmosfera do
ambiente confinado é a adoção de um sistema de ventilação, que deve seguir os critérios da NR33.

VENTILAÇÃO GERAL: 

  • Estabeleça um número determinado de “trocas por hora” usualmente ocorrem entre 8 e 15 trocas;
  • A ventilação deve ser executada simultaneamente com os motores de gás;
  • O número de trocas pode ser determinado com a prática, sendo que o uso de exaustão e insuflamento, de forma simultânea, permite que se estabeleça um fluxo de ar fresco;
  • Selecione o ventilador de acordo com as necessidades de vazão e pressão da aplicação;
  • Em serviços contínuos, sugere-se efetuar medições de vazão periódica para controle e registro;

ETAPAS A SEREM SEGUIDAS E CUMPRIDAS:

  • Catalogar e dimensionar os espaços confinados objetos de ventilação;
  • Definir o número de trocas a ser utilizados e as vazões necessárias; Selecionar o tipo de ventilador/exaustor a ser utilizado;
  • Dimensionar a quantidade de equipamentos necessários; Desenvolver e implantar procedimento de ventilação; Obs.: É importante que o procedimento preveja as formas de registro dos parâmetros de ventilação medidos em cada atividade.

EXAUSTÃO LOCALIZADA NO ESPAÇO CONFINADO:

  • Os poluentes devem ser captados o mais próximo possível das fontes de geração;
  • Para soldagem,o posicionamento de um bocal tem que estar a uma distância de, no máximo 50 cm do ponto de solda;
  • Utilizar bocal com magneto para se obter um posicionamento adequado (medida restrita a materiais magnéticos);
  • Fazer uso de mangueiras flexíveis de grande comprimento e de pequeno diâmetro (máximo recomendável 150 mm);
  • A vazão mínima recomendada para cada captor é de 800m3/h; A prática não é recomendada para corte a chama ou goivagem;
  • No caso de não ser possível ou aplicável a prática da exaustão localizada, é preciso garantir a diluição dos poluentes por meio da ventilação geral (número de trocas).
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Combate a Dengue na Empresa

Combate a Dengue na Empresa

 

Transmissor da dengue, chicungunha e do zica vírus, o Aedes aegypti também representa riscos aos ambientes de trabalho. Siga as dicas
para combater o foco do mosquito e mantenha sua empresa segura. Contribua para disseminação da cultura de prevenção.

  1. Inclua o combate aos criadouros do Aedes aegypti nas políticas de Saúde e Segurança Ocupacional de sua empresa.
  2. Nomeie uma pessoa responsável por criar um plano com metas e acompanhar ações. Ela deve prever práticas semanais
    constantes de vistoria e manter registros dos focos encontrados para tentar identificar padrões de comportamento que
    permitam uma nova ação corretiva.
  3. Desenhe um plano que preveja etapas, atribua responsabilidades, envolva várias áreas e gere indicadores. Um painel sinalizando há quantos dias a empresa está sem casos das doenças entre os colaboradores pode ser interessante.
  4. Envolva a todos nesta luta: líderes, funcionários e fornecedores. As equipes da CIPA e RH, Comunicação e Marketing devem estar especialmente comprometidas.
  5. Lembre-se que envolver é mais que motivas: é preciso informar e treinar. Promova a SIPAT (Semana interna de prevenção de Acidentes de Trabalho) sobre o combate ao mosquito.
  6. Avalie os dados obtidos para melhorar seu programa de prevenção.
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segurança com panelas de pressão

SEGURANÇA COM PANELAS DE PRESSÃO

SEGURANÇA COM PANELAS DE PRESSÃO

Além de ser utilizada no cotidiano, a panela de pressão é item indispensável nas cozinhas industriais. Embora seu modo de uso pareça simples, há alguns cuidados a serem tomados para que nenhum acidente aconteça.

Faça uma inspeção prévia:

  • Vedação: não deve estar ressecada, com trincas ou esfoladuras. Verifique se o assento onde a vedação se aloja está ausente de detritos;
  • Tampa e corpo: não devem estar deformados ou amassados, o que prejudicará o fechamento correto e a vedação do vapor;
  • Cabo e suportes de pega: devem estar inteiros e bem fixados;
  • Válvula reguladora (por onde sai o vapor): sem amasso, limpa e correspondente à panela;
  • Válvula de segurança: verifique se não está bloqueada com detritos, o que fará com que ela não atue quando necessário, explodindo a panela;
  • Não encha demais a panela. Observe a marca de nível máximo permitido. Em geral, não mais de 2/3. Cuidado com alimentos que fazem espuma e “sobem”, entupindo a válvula reguladora. Nesses casos, use um nível menor que o normal, pelo menos a metade.
  • Use a quantidade suficiente de líquido e evite que o interior seque, com risco de dano à panela, que pode derreter, apagar o fogo, criando risco de explosão de gás. Fique atento à ausência de vapor na saída da válvula reguladora.
  • Procure não deixar o fogão desatendido quando está cozinhando. Vire os cabos das panelas para dentro do fogão. Use temporizadores para marcar tempos de cozimento.
  • Não use a panela de pressão como fritadeira. Ela não foi feita para suportar temperaturas muito mais altas que de água fervendo e vapor pressurizado.
  • Após formação de vapor, o fogo pode, ser reduzido. Isso evita que a água evapore rapidamente e o conteúdo queime.
  • Reduza a pressão corretamente antes de abrir a panela. A maneira mais recomendável é colocá-la sob água corrente, para esfriá-la. Outras opções são aguardar o esfriamento natural ou liberar a válvula reguladora, mas com cuidado para não se queimar.
  • Lave bem a panela usada. Remova a vedação, lave em separado. Higienize bem a panela, os berços da vedação, limpando com cuidado o sistema da válvula reguladora e o alojamento da válvula de segurança.

 

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