Doenças que mais causam afastamento do trabalho

As pessoas passam grande parte de seus dias no trabalho. Sendo assim, é possível que o ambiente laboral seja um desencadeador de doenças. Nesse caso, elas são chamadas de doenças ocupacionais, e podem ocasionar o afastamento do trabalho.

Uma das principais causas desse grupo de patologias é a cobrança e os altos níveis de estresse, assim como as condições físicas inadequadas de trabalho e a falta de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Esse quadro é prejudicial para a empresa, que se torna menos produtiva com o afastamento de sua mão de obra, assim como para o colaborador, que fica com sua saúde e bem-estar ameaçados. Nesse contexto, é importante que todo gestor tenha em seu negócio uma política bem estabelecida de ações preventivas no ambiente de trabalho a fim de evitar doenças e, consequentemente, o afastamento do trabalho.

Neste post apresentaremos 6 doenças que comumente causam o afastamento do trabalhador. Confira!

1. Depressão

A depressão é a doença considera como o “mal do século” pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Sem dúvidas, uma das condições que propicia o seu desenvolvimento é o ambiente laboral. Isso porque, em alguns locais, há péssimas condições de trabalho, falta de valorização, cobranças constantes, altos níveis de estresse e outras situações negativas capazes de causar o afastamento do trabalho.

Dentre os sintomas estão a falta de interesse pelas atividades, desânimo, perda ou ganho de peso, diminuição do prazer pela vida, angústia, cansaço, insônia ou sono em excesso, ansiedade, sensação de impotência ou incapacidade, dentre outros.

Esse transtorno psiquiátrico pode atingir pessoas de qualquer idade, e é a quarta causa principal de incapacitação, seja no âmbito profissional ou pessoal.

2. Síndrome de Burnout

Em muitos ambientes de trabalho existem pessoas com estresse crônico, principalmente devido à sobrecarga de tarefas e a falta de valorização do colaborador. Assim, o profissional pode desenvolver a síndrome de Burnout, caracterizada por cansaço extremo, alterações no sono, irritação e falta de motivação ou vontade para realizar as tarefas. Em casos graves, também é possível que o indivíduo tenha alterações psíquicas.

Para prevenir esse transtorno, é fundamental que a empresa propicie um ambiente sadio para seus funcionários, ou seja, sem cobranças excessivas e que tenham programas de valorização do profissional. Além disso, o colaborador deve descansar adequadamente, assim como manter sua vida pessoal ativa.

3. Dorsalgia

A dorsalgia, popularmente conhecida como dor nas costas, é extremamente comum no ambiente laboral. Em alguns casos, ela pode ser tão incapacitante que provoca o afastamento do trabalho. Segundo estimativas da previdência, a dor nas costas foi o incômodo que mais afastou funcionários de suas funções em 2017, assim como é uma das mais citadas nos últimos 10 anos na lista de doenças mais frequentes que receberam auxílio do INSS.

A boa notícia é que esse quadro pode ser evitado com cadeiras confortáveis e próprias para o trabalho em escritório e mesas de altura adequada. Além disso, é interessante que o empregador ofereça palestras sobre ergonomia no ambiente de trabalho, em que são ensinadas posições corretas e exercícios para aliviar a tensão. Essa ação é especialmente importante para funcionários que carregam cargas pesadas.

4. LER

LER é a sigla para lesão por esforços repetitivos, outro quadro que causa o afastamento do trabalho. Ela é mais comum em pessoas que exercem atividades contínuas e repetitivas, como atendentes de telemarketing, devido à digitação excessiva. Além disso, ela também é mais frequente em motoristas e caminhoneiros, visto que esses profissionais dirigem durante boa parte do dia; músicos, pela prática de instrumentos, e atletas, principalmente aquelas que praticam o arremesso de peso ou esportes com raquete, como o tênis.

O quadro é caracterizado por dor na articulação sobrecarregada, fraqueza, formigamento, sensibilidade aumentada, rigidez e inchaço. A prevenção é, basicamente, evitar que a atividade repetitiva seja feita por muito tempo contínuo. Sendo assim, deve-se realizar pausas a cada 30 minutos e praticar a ginástica laboral, técnica que relaxa e alonga as partes do corpo.

5. Hérnia de disco

O disco vertebral é uma estrutura localizada entre uma vértebra e outra, sendo que a sua função é absorver e consequentemente diminuir os impactos gerados pela movimentação do corpo. A hérnia de disco ocorre se o disco perder a sua formatação, formando um abaulamento. Nesse caso, há prejuízo da função do disco e, dessa forma, pode haver pressão nas raízes nervosas.

O quadro é caracterizado por dor intensa no local da hérnia de disco, dificuldade em realizar movimentos como abaixar, girar o corpo ou levantar, sensação de fraqueza, dormência em áreas próximas e, em alguns casos, sensação de queimação ao longo do nervo pressionado.

Essa alteração é mais frequente em pessoas que adotam posições inadequadas, são obesas ou sedentárias. Dessa forma, a prevenção consiste em corrigir a postura e realizar atividades físicas.

6. Varizes

As varizes são dilatações de veias e acontecem comumente nos membros inferiores. São mais frequentes em pessoas que passam muito tempo em pé no exercício do trabalho, como vendedores de lojas e trabalhadores de linhas de produção. Isso acontece porque a panturrilha é responsável por mandar o sangue de volta para o coração. Se um indivíduo passa tempo excessivo em pé e sem se mexer, o sangue não retorna, e acaba dilatando as veias.

Apesar de não parecerem um quadro grave, as varizes são uma causa importante de afastamento do trabalho. Afinal, conforme a doença avança, a pessoa sente tantas dores que não consegue mais ficar em pé e exercer sua função.

Para evitar esse quadro, é recomendado que o colaborador descanse cerca de 5 minutos a cada meia hora, colocando os pés para cima, a fim de melhorar a circulação sanguínea. Além disso, durante os turnos é indicado usar meia de compressão, que propicia o retorno venoso.

E então, conseguiu entender quais são as doenças que mais comumente causam o afastamento do trabalho? Para evitar esse tipo de problema, é fundamental saber como evitar doenças no ambiente laboral. Continue na nossa página e aproveite a leitura. Até mais!

Canpat: frigoríficos estão entre os ambientes com mais riscos

Os frigoríficos estão entre os ambientes de trabalho que mais oferecem riscos à saúde e segurança do trabalhador devido às atividades relacionadas ao abate, corte e armazenagem dos alimentos. O manuseio de equipamentos pesados e cortantes, o ritmo acelerado de trabalho, a exposição à umidade e a baixas temperaturas e os choques térmicos são fatores que podem aumentar as chances de acidentes e adoecimento, especialmente se não forem adotadas medidas de segurança.

A indústria frigorífica está no topo do ranking de acidentes de trabalho do ramo alimentício. São registradas 54 ocorrências, em média, por dia. Em 2017, foram 20.595 acidentes nos frigoríficos, um aumento de 7,90% em relação ao número de 2016, que totalizaram 19.087. O número, no entanto, poderia ser menor, caso houvesse gestão de riscos ocupacionais, foco da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Canpat) 2019, lançada em 3 de abril.

Segundo o coordenador da campanha, o auditor-fiscal do Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia José Almeida Junior, todos os locais de trabalho precisam de gerenciamento de riscos. “A necessidade é ainda maior naqueles locais onde há atividades que, por sua natureza, condições ou métodos, exponham seus empregados a agentes nocivos à saúde e à segurança. Esses ambientes devem ter uma cuidadosa gestão de riscos ocupacionais, com um controle mais detalhado e uma fiscalização mais eficaz”, explica.

Almeida enfatiza que é responsabilidade dos empregadores garantirem que os funcionários que atuam na indústria frigorífica em atividades que oferecem riscos passem por treinamento inicial e periódico e participem de capacitações específicas. Essas e outras regras estão descritas na Norma Regulamentadora 36 (NR 36), conhecida como a NR dos Frigoríficos, em vigor desde abril de 2013.

Quando o LTCAT deve ser elaborado?

De vista prático o LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho) existe para servir de base para elaboração do PPP (perfil profissiográfico previdenciário).

O LTCAT existe para documentar se o trabalhador tem ou não direito à aposentadoria especial. Segundo o Decreto 3048, essa aposentadoria ocorre com 15, 20 ou 25 anos.

PPP existe para apresentar o histórico laboral da vida do trabalhador, e dentro dele devem ser apresentados os riscos que o trabalhador esteve ou está exposto durante a sua vida laboral.

O LTCAT é o laudo emitido justamente para apresentar a Previdência Social os riscos que o trabalhador esteve ou está exposto. E com base nesse PPP (que foi emitido com base no LTCAT), o trabalhador pode requerer o direito à aposentadoria especial.

Quando a empresa não tem o referido laudo, normalmente tem problemas para emitir o PPP do trabalhador, e o trabalhador sem as quantificações dos riscos presentes no LTCAT, poderá ter problemas para se aposentar inclusive se houver direito a aposentadoria especial.

Toda empresa deve ter o LTCAT para comprovar o direito a aposentadoria especial ou mesmo para negá-lo. Afinal como negar o direito à aposentadoria especial se o documento não foi elaborado?

QUANDO O LTCAT DEVE SER ELABORADO – DO PONTO DE VISTA LEGAL

 

A lei 8213 de 1991, o decreto 3048, a instrução normativa nº 77 da Previdência Social e tantas outras legislações que citam o LTCAT. E elas não abrem parêntesis para que determinada empresa ou segmento não o tenha. Ele deve ser emitido para todas as empresas que possuam empregados regidos pela CLT. Vejamos o que diz a IN 77:

Art. 266. A partir de 1º de janeiro de 2004, conforme estabelecido pela Instrução Normativa INSS/DC nº 99, de 5 de dezembro de 2003, a empresa ou equiparada à empresa deverá preencher o formulário PPP, conforme Anexo XV, de forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais cooperados, que trabalhem expostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, ainda que não presentes os requisitos para fins de caracterização de atividades exercidas em condições especiais, seja pela eficácia dos equipamentos de proteção, coletivos ou individuais, seja por não se caracterizar a permanência.

1º A partir da implantação do PPP em meio digital, este documento deverá ser preenchido para todos os segurados, independentemente do ramo de atividade da empresa, da exposição a agentes nocivos e deverá abranger também informações relativas aos fatores de riscos ergonômicos e mecânicos.

Se a empresa deve preencher o PPP para todos os trabalhadores, ainda que em ambientes que não caracterize aposentadoria especial, e se o LTCAT é à base do PPP, já deve ter ficado claro para que toda empresa deve preenchê-lo.

Ele deve ser elaborado tão logo a empresa contrate seu primeiro empregado.

POSSO UTILIZAR O PPRA COMO LTCAT?

Já falamos sobre isso algumas vezes aqui neste site, portanto vou me dar o direito de dar uma resposta curta. E a resposta curta é não! Não pode utilizar.

Se você quiser uma resposta tecnicamente embasada acesse o artigo: O PPRA Substitui o LTCAT? Algum Documento Substitui o LTCAT?

QUEM PODE ELABORAR O LTCAT?

Alguns profissionais e estudantes da área não entendem que assinar é uma parte da elaboração! É a etapa final da elaboração! De modo que quem elabora é quem assina.

Então a pergunta certa não é quem pode assinar e sim quem pode elaborar. Tanto a lei 8213/91, artigo 58, inciso 1, diz que o Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho deve ser elaborado por Engenheiro de Segurança ou Médico do Trabalho.

QUANDO DEVO ATUALIZAR O LTCAT?

A legislação não determina um prazo de validade para o LTCAT. Mas a IN 77, no artigo 261 diz  algo interessante, que o mesmo somente precisa ser atualizado, se houver alteração no ambiente de trabalho que modifique as condições de nocividade do ambiente.

De forma que se o ambiente de trabalho não mudar, ele pode vigorar por tempo indeterminado.

 

EXISTE PENALIDADE POR NÃO ELABORAR LTCAT?

Todo descumprimento a legislação pode ser premiado com multa. Com a não elaboração do LTCAT acontece a mesma coisa.

Não elaborar o LTCAT pode fazer a empresa tanto ter problema na emissão do PPP quanto fazer a empresa pagar multas, e bem salgadas!

Deixar de manter LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho), emitir ou alterar (em caso de alteração no ambiente de trabalho) o LTCAT (Artigo 283, II, “n”, Decreto n. 3.048/99 e Artigo 8º, IV da Portaria MF nº 15/2018): multa de R$ 23.313,00.

(Fonte: segurancadotrabalhonwn)

Feliz Dia das Mães!

Feliz Dia das Mães!

Grupo Mednet parabeniza todas as Mães pelo seu Dia! Feliz Dia das Mães!

Feliz Dia do Consumidor!

15 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DO CONSUMIDOR

Todos nós somos, de alguma maneira, consumidores. Por isso, neste dia 15 de Março, comemore o seu dia!

Parabéns a todos os consumidores!

 

Feliz dia do Consumidor!

Feliz dia do Consumidor!

Feliz Dia Internacional das Mulheres!

“Mulher: Indescritível criatura cuja incansável e inestimável força de viver, nos torna insignificantes diante dela.” Uma homenagem do Grupo Mednet Feliz Dia das Mulheres!!! 💁‍♀ 👏 🎉 #DiaDaMulher #DiaInternacionalDaMulher #InternationalWomensDay

Março Marinho: mês de combate ao câncer colorretal

Março Marinho: Mês do combate ao Câncer Colorretal

Prevenir o câncer colorretal significa evitar os fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver a doença. Para que isso aconteça, muitas vezes, é preciso modificar os nossos hábitos.

Alguns aspectos importantes para a prevenção do câncer colorretal são:

Rastreamento

O rastreamento do câncer colorretal é extremamente importante na prevenção da doença. A partir do momento em que as primeiras células anormais começam a formar pólipos até se tornarem câncer colorretal propriamente dito, normalmente leva cerca de 10 a 15 anos. O rastreamento regular pode, em muitos casos, prevenir completamente o câncer colorretal, porque a maioria dos pólipos diagnosticados é removida antes que tenham a chance de se transformar em câncer. O rastreamento também pode diagnosticar o câncer colorretal em estágio inicial, quando é altamente curável.

A recomendação é para que pessoas com 45 anos ou mais façam exames regulares para detecção precoce da doença. Pessoas com histórico familiar ou outros fatores de risco para pólipos ou câncer, como doença inflamatória do intestino, devem conversar com seus médicos para estabelecer o início dos exames de rastreamento mais precocemente ou realizá-los com mais frequência.

Peso corporal, atividade física e dieta

Você pode reduzir seu risco de câncer colorretal gerenciando alguns dos fatores de risco controláveis, como:

  • Peso. Ter excesso de peso ou ser obeso aumenta o risco de câncer colorretal em homens e mulheres, mas isso parece ser mais forte em homens. Ter excesso de gordura na barriga também está associado à doença. Manter um peso saudável e evitar o aumento de peso pode ajudar a diminuir o risco.
  • Atividade física. O aumento do nível de atividade reduz o risco de câncer colorretal e de pólipos. A atividade regular moderada reduz o risco, mas a atividade vigorosa pode ter um benefício ainda maior. Aumentar a intensidade e a quantidade da atividade física pode reduzir o risco.
  • Dieta. Em geral, as dietas ricas em vegetais, frutas e grãos integrais (e com pouca carne vermelha ou processada) estão associadas a um menor risco de câncer colorretal, embora não esteja claro quais fatores sejam importantes. Alguns estudos mostraram ligação entre carnes vermelhas e carnes processadas e o aumento do risco de câncer colorretal. Limitar o consumo de carnes vermelhas e processadas e ingerir maiores quantidades de vegetais e frutas podem ajudar a diminuir o risco da doença.
  • Alcoolismo. Vários estudos mostraram que a ingestão de álcool aumenta o risco de câncer colorretal, principalmente em homens. Evitar o excesso de álcool pode reduzir esse risco.

Recentemente, alguns estudos sugeriram que o consumo de fibra na dieta, especialmente de grãos integrais, pode diminuir o risco de câncer colorretal. Entretanto, esses estudos ainda estão em andamento.

Não fumar

O tabagismo a longo prazo está associado a um risco aumentado de câncer colorretal, bem como de muitos outros tipos de câncer e outros problemas de saúde. Parar de fumar pode diminuir o risco de câncer colorretal e de outros tipos de câncer.

Vitaminas, cálcio e magnésio

Alguns estudos sugerem que tomar ácido fólico, multivitamínico ou folato diariamente, pode diminuir o risco de câncer colorretal, mas esses estudos não são conclusivos. Na verdade, alguns estudos sugerem que o ácido fólico poderia ajudar os tumores existentes a crescerem. Mais pesquisas ainda são necessárias nessa área.

Alguns estudos sugerem que a vitamina D, proveniente da exposição solar, ou de determinados alimentos, ou mesmo ingerida na forma de pílula, pode reduzir o risco de câncer colorretal. Atualmente, como a preocupação de que o excesso de exposição ao sol possa causar câncer de pele, a maioria dos médicos não recomenda isso como uma forma de reduzir o risco de câncer colorretal. Mais estudos ainda são necessários para determinar se a vitamina D pode ajudar a prevenir o câncer colorretal.

Alguns estudos têm associado baixos níveis de cálcio na dieta a um risco aumentado de câncer colorretal. Outros estudos sugerem que o aumento da ingestão de cálcio pode diminuir o risco de câncer colorretal. O cálcio é importante por uma série de razões de saúde, além dos possíveis efeitos sobre o risco de câncer. Mas, devido ao possível risco aumentado do câncer de próstata em homens com alta ingestão de cálcio, não se recomenda aumentar a ingestão de cálcio especificamente para tentar reduzir o risco de câncer colorretal.

O cálcio e a vitamina D podem atuar em conjunto para reduzir o risco de câncer colorretal, uma vez que a vitamina D ajuda na absorção de cálcio do organismo. Ainda assim, nem todos os estudos mostraram que os suplementos desses nutrientes reduzem o risco.

Alguns estudos mostraram uma possível ligação entre uma dieta rica em magnésio e o risco reduzido de câncer colorretal, especialmente entre as mulheres. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para determinar se essa ligação realmente existe.

Anti-inflamatórios não esteroides

Muitos estudos mostraram que pessoas que tomam aspirina regularmente ou outros anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e naproxeno, apresentam menor risco de câncer colorretal e pólipos.

Mas a aspirina e outros anti-inflamatórios não esteroides podem provocar efeitos colaterais importantes, como sangramento por irritação do estômago ou úlceras no estômago, que podem superar os benefícios desses medicamentos para o público em geral. Por esta razão, a maioria dos médicos não recomenda o consumo desses medicamentos apenas para reduzir o risco de câncer colorretal.

Terapia de reposição hormonal para mulheres

Tomar estrogênio e progesterona após a menopausa, pode reduzir o risco de uma mulher desenvolver câncer colorretal, mas os cânceres diagnosticados em mulheres que tomam estes hormônios após a menopausa podem estar em estágio mais avançado.

Como tomar estrogênio e progesterona após a menopausa também pode aumentar o risco de doença cardíaca, coágulos sanguíneos, câncer de mama e câncer de pulmão, não é comumente recomendado apenas para reduzir o risco de câncer colorretal.

(Fonte: www.oncoguia.org.br)

9 de dezembro Dia do Fonoaudiólogo

dia-do-fonoaudiólogo

Hoje comemoramos o dia do fonoaudiólogo, o profissional que trabalha com a comunicação em todas as idades. “Parabéns por seu dia

 

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

Uma carreira de sucesso em uma boa empresa com uma excelente remuneração é um sonho almejado por todo profissional…Uma carreira de sucesso em uma boa empresa com uma excelente remuneração é um sonho almejado por todo profissional, sendo assim, profissionais de todas as áreas buscam formações e especializações continuamente deixando o currículo cada vez mais sofisticado e atrativo, mas será que só isso basta para ter o tão sonhado sucesso profissional?

Atitudes cotidianas, imagem pessoal, posicionamento otimista e muita disposição podem fazer toda diferença. Na hora da contratação ou da tão sonhada promoção, devemos sempre pensar se nos contrataríamos, ou nos indicaríamos para a vaga dos sonhos e sempre fazer uma análise dos pontos que poderíamos melhorar.

Precisamos ter sempre em mente que, por mais que trabalhamos para uma empresa, nossas atitudes e postura profissional e pessoal, antes de afetar a empresa, afeta nós mesmos.

Veja 5 comportamentos que podem arruinar a carreira de qualquer um:

1 – Atrasos e faltas sem justificativas

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atrasos e faltas sem justificativa distanciam em muito as possibilidades de crescimento do profissional no ambiente corporativo. Tirando um afastamento por motivos de saúde nada mais justifica uma constância em faltas e atrasos. As justificativas muitas vezes se transformam em desculpas e então o colaborador entra no campo perigoso do “desnecessário” e “dispensável”, fora que a falta de compromisso com o trabalho que passa a se tornar evidente.

 

2 – Entrar em conflito com a equipe e os líderes

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

Maturidade e sabedoria são virtudes dos grandes profissionais, logo ficar longe e não ser o protagonista de assuntos polêmicos e improdutivos é fundamental para a carreira. A insubordinação é totalmente punível até mesmo em questões legais. Fique longe de picuinhas e seja o autor de produtividade.

3 – Perder o controle

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

Inteligência emocional é necessário em qualquer cenário corporativo, problemas emocionais aflorados podem destruir uma carreira. Postura centrada deve ser uma constante na gestão laboral, todos nós estamos sujeitos a dias difíceis porém o domínio sobre as adversidades é um diferencial para colaboradores e principalmente para líderes e emergentes, isso porque todos nos sentimos muito mais seguros quando estamos ao lado de pessoas equilibradas.

4 – Fofocas e ‘indiretas’

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

Fofocas e indiretas além de ser de extrema falta de ética também é um dos comportamentos mais indigestos no meio corporativo. Além de destoar completamente do âmbito profissional também denota a falta de confiança que seu agente oferece, e isso com certeza além de prejudicar as vítimas da tal fofoca também vai acabar com a imagem do “fofoqueiro”, o deixando com a “imagem” de uma pessoa ruim ou pouco confiável.

5 – Comodismo

5 atitudes que podem arruinar a carreira

5 atitudes que podem arruinar a carreira

A última e não menos importante atitude que devemos avaliar é o comodismo. Nada nunca permanecerá igual, ou subimos ou descemos. Ninguém também sabe de tudo, somos seres “aperfeiçoáveis” e devemos buscar constantemente novas técnicas e conceitos dentro ou fora de nossa área de atuação, principalmente nos dias de hoje, onde tudo muda muito rápido. Se você não expandir sua mente, não estudar, não buscar capacitação, vai ficar para trás, vai despencar e não vai mais encontrar mercado.

(contabeis.com.br)

 

Evitando: escorregões, tropeços e quedas

Evitando: escorregões, tropeços e quedas

Muitos dos acidentes de trabalho contabilizados todos os anos no Anuário Estatístico da Previdência Social, como luxação e fraturar, podem ter sido causados por escorregões, tropeços e quedas ocorridos no ambiente de trabalho. Confira dicas para manter os trabalhadores seguros e saudáveis.

 

Quando escorregamos?

  • Pisos oleosos ou molhados;
  • Derramamentos de materiais;
  • No tempo chuvoso;
  • Com tapetes soltos;
  • Piso com acabamento liso.

Quando tropeçamos?

  • Visão obstruída;
  • Má iluminação;
  • Dobras nos tapetes;
  • Cabos no piso;
  • Gavetas abertas;
  • Saliências no piso;
  • Objetos nas passagens.

Como prevenir?

Arrumação, ordem e limpeza:

  • Limpando imediatamente derramamentos;
  • Isolando e sinalizando derramamentos;
  • Mantendo passagens e passarelas desobstruídas;
  • Prendendo tapetes corretamente;
  • Fechando gavetas e armários;
  • Mantendo boa iluminação;
  • Melhorando as superfícies, aplicando revestimento abrasivo;
  • Usando sapatos de segurança adequados.

Cuidados pessoais:

  • Ande, não corra;
  • Olhe onde pisa, de forma consciente e constante;
  • Regule seu andar de acordo com a superfície de caminhada;
  • Use lanternas quando a iluminação for deficiente.

Deixe nos comentários mais três ações que você acha importante!

Clínica Medicina do Trabalho: Grupo MEDNET – PPRAPCMSO NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde OcupacionalCIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – NR 9 – NR 7 – Exame Admissional