Feliz Dia do Médico

Pessoas especiais que cuidam de nós quando a nossa saúde não está perfeita; esses são os médicos. Devemos a eles muita gratidão, Feliz Dia Do Médico! Essa é uma homenagem do Grupo MedNet a todos os Médicos!

Como evitar doenças no ambiente de trabalho

Esforços repetitivos ou distúrbios osteomusculares afastaram mais de 22 mil trabalhadores todos os anos

Os problemas de saúde ligados a LER/DORT (esforços repetitivos e distúrbios osteomusculares) atingem várias categorias profissionais e são relacionadas, geralmente, com tarefas que exigem força ou ritmo de trabalho acelerados, somadas a posturas inadequadas e ao estresse. De acordo com dados do Ministério do Trabalho divulgados em junho de 2018, só no ano de 2017, as conhecidas LER/ DORT levaram à concessão de 22.029 benefícios acidentários a empregados afastados de seus cargos por mais de 15 dias.

Em 2017, dentre as 20 principais causas de afastamento de atividades profissionais por adoecimento no trabalho, quatro se enquadraram nessa denominação: lesões no ombro, sinovite (inflamação em uma articulação), tenossinovite (inflamação ou infecção na bainha que cobre o tendão) e mononeuropatias dos membros superiores (lesão no nervo periférico).

Embora os trabalhadores sejam os principais prejudicados em decorrência dessas doenças, os empregadores enfrentam também prejuízos na curva de produtividade das equipes “muitas vezes o prejuízo levado em consideração é o financeiro, entretanto, a ausência desses colaboradores pode impactar diretamente no desempenho das áreas, precisando ter, em alguns casos, uma mudança organizacional para evitar maiores problemas”, explica Yuri Fernandes, analista em segurança do trabalho. De acordo com o Ministério do Trabalho, dados de 2017 mostraram que, se somados todos os dias em que os trabalhadores ficaram afastados de suas tarefas profissionais, as perdas financeiras equivaleriam a 2,59 milhões de dias de trabalho.

Sendo assim, Yuri dá dicas de como prevenir e evitar problemas desencadeados pelos movimentos repetitivos:

Análise ergonômica do trabalho

A verificação dos locais de trabalho é essencial para a segurança dos colaboradores. A NR (Norma Regulamentadora) 17 analisa a interação do funcionário com o seu posto, para avaliar os equipamentos utilizados para execução das atividades, principais movimentos corporais realizados e também o mobiliário local.

Avaliação médica

Ir ao médico periodicamente, quando apresentar queixas relacionadas a essas doenças, garante uma identificação precoce e um tratamento eficaz e efetivo. Por isso, uma avaliação médica específica, proporcionado usualmente pelo empregador, traz um inventário de queixas nos setores de maior risco, podendo auxiliar na prevenção e rápida identificação.

Ginástica laboral

Uma série de exercícios no local de trabalho, como alongamentos, interação social, massagem e outras técnicas, estimulam o relaxamento mental e corporal.

Identificar o momento de parar

É necessário saber o momento correto de “dar um tempo”, pois nem sempre o ato de não parar corresponde a uma maior produtividade. Respeitar os horários de entrada, almoço e saída são essenciais para manter uma rotina balanceada. Além disso, os intervalos são ainda mais benéficos se casados com uma alimentação saudável, interação com colegas de trabalho e alívio do estresse da atividade. “Um dia de trabalho organizado e produtivo alimenta o cérebro com sensações de competência, melhora o processo criativo e gera estímulo para o próximo dia”, afirma Yuri.

A empresa proporcionar metas claras e atingíveis

Por estarem frequentemente atreladas a bonificações financeiras, as metas podem gerar competição entre os funcionários, estresse e, por vezes, conflitos e distúrbios na psique dos envolvidos. A dica é determinar objetivos claros e acompanhados de processos que permitam o atingimento por parte dos funcionários.

eSocial

O eSocial é um projeto do Governo Federal que pretende unificar, digitalmente, informações trabalhistas, previdenciárias, fiscais e tributárias das empresas. Portanto, organizações com contratação CLT devem enviar dados de diferentes eventos, principalmente referentes à Saúde Ocupacional (analisando seu estado de saúde durante todo o período de vínculo laboral) e Segurança do Trabalho – como contratação de empregados, alterações posteriores de cargos, saídas de férias, atestado de saúde ocupacional, entre outros. O prazo para que as companhias se adequem a essas normas é janeiro de 2019.

Liberdade para aprender

Conhecer bem as tarefas, processos e pessoas que compõem a empresa facilita a execução dos afazeres diários. A fim de estimular os funcionários a entenderem melhor os seus deveres, as companhias devem estar abertas a questionamentos e dúvidas. A gentileza e bom relacionamento completam este ecossistema colaborativo.

15 ações saudáveis para realizar neste ano que se inicia

15 ações saudáveis para realizar neste ano que se inicia

Em toda virada de ano fazemos reflexões sobre tudo o que foi feito ou deveria ter sido feito nos últimos meses. Com o balanço, acabamos percebendo que muitas coisas acabaram não sendo realizadas como se esperava. Por isso, para seguir com objetivos certeiros no ano que está chegando, a criação de listas de resoluções pode ajudar bastante. Mas, nesses momentos, você costuma adicionar sua saúde na lista de objetivos?

Pensando nisso, criamos uma lista especial de 15 ações saudáveis para seguir nos próximos meses. Atitudes simples podem proporcionar uma vida mais saudável para você e também para as pessoas que te rodeiam. Confira algumas dessas dicas e tenha um 2019 repleto de saúde:

1 – Melhore sua alimentação
O Guia Alimentar para a População Brasileira apresenta dez passos simples para uma alimentação saudável, além de oferecer sugestões de refeições que respeitam as diferenças regionais e que indicam comidas e bebidas de fácil acesso para os brasileiros.

Resultado de imagem para saude mental

2 – Cuide da sua saúde mental
Para fazer diferente e mudar a trajetória da vida é importante estar com a saúde mental em dia. Confira cinco dicas para te ajudar nessa jornada.

Imagem relacionada

3 – Diminua o consumo de álcool
O uso nocivo de álcool mata mais de 3 milhões de pessoas a cada ano. Reduzir o consumo de álcool pode ser muito benéfico para sua saúde.

Imagem relacionada
4 – Pare de fumar
O SUS disponibiliza uma série de recursos para apoiar a pessoa que deseja sozinha parar de fumar. O tratamento é gratuito e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. Confira algumas perguntas e respostas sobre tabagismo.

Resultado de imagem para lavar as maos

5 – Lave sempre as mãos
Para a prevenção de doenças como herpes, gripe e outras viroses, água e sabão nunca são demais. Lavar as mãos é ato reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como um dos principais instrumentos contra epidemias. Uma simples atitude que pode te salvar de infecções no próximo ano.

Resultado de imagem para hipertensão

6 – Previna a Hipertensão 
Conhecida como pressão alta, a hipertensão arterial pode ser vista como o “mal do século”. Mas a boa notícia é que ela pode ser evitada de acordo com nossos hábitos de vida. Confira dicas para prevenir a hipertensão.

Resultado de imagem para estresse

7 – Evite o estresse excessivo no trabalho
Uma vida profissional desgastante e sobrecarregada pode evoluir para problemas psicológicos, como a Síndrome de Burnout. Aproveite o novo ano para evitar o esgotamento profissional.

Resultado de imagem para vacinação

8 – Coloque a vacinação em dia
O Calendário Nacional de Vacinação contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. No novo ano, não dê ouvidos às notícias falsas e vacine-se.

 

9 – Não se automedique
A cultura da automedicação brasileira deve ser evitada em todas as situações, mas, no caso de suspeitas de doenças relacionadas ao Aedes, a situação pode ser mais grave. Por isso, evite sempre a automedicação.

 

10 – Não compartilhe Fake News 
As notícias falsas têm ganhado repercussão com a velocidade com que elas são divulgadas. Na saúde, o medo gerado por conta dessas notícias falsas pode ter graves consequências, como o retorno de doenças já eliminadas e morte de crianças por doenças evitáveis pela vacinação. Confira oito passos para identificar possíveis fake news.

Imagem relacionada

11 – Se torne um Doador de Sangue
Quer fazer algo altruísta no próximo ano? Doar é um ato de solidariedade. Uma doação pode beneficiar até 4 pessoas. Lembre que existe sempre alguém precisando de você. Ainda precisa de mais algum motivo? Doando sangue você ainda tem direito a um dia de folga no trabalho.

Resultado de imagem para doador de orgaos

12 – Se torne um Doador de Órgãos
A doação de órgãos também é um ato nobre que pode salvar vidas. Muitas vezes, o transplante de órgãos pode ser única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação. No próximo ano, se torne um doador de órgãos e avise a sua família.

Resultado de imagem para proteja-se dst

13 – Previna as Infecções Sexualmente Transmissíveis
Use sempre camisinha! O uso do preservativo (masculino ou feminino) em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para evitar a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites virais B e C.

Resultado de imagem para preconceitos

14 – Lute contra o preconceito com pessoas vivendo com HIV
Mais de 35 anos após a confirmação do primeiro caso de Aids no Brasil, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a doença. Reunimos respostas para algumas das perguntas ainda frequentes sobre o vírus, o HIV, e a doença. Se informe e ajude na luta contra o preconceito com pessoas vivendo com HIV.

Imagem relacionada

15 – Se mobilize para combater o Aedes aegypti
A mobilização da sociedade é fundamental para vencer a luta contra o mosquito. No próximo ano, convoque sua família e seus vizinhos para essa batalha.

(Fonte: blog.saude.gov.br)

Trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome de Burnout

Exaustão emocional, dores de cabeça e musculares, trabalho excessivo são alguns dos sintomas associados constantemente ao estresse do dia a dia. Se esse fosse o principal problema o tratamento até seria mais fácil, mas todas essas características podem ser alguns dos sinais da síndrome de Burnout, que é conhecida como a síndrome do esgotamento profissional. De acordo com pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma), 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com o problema.

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e o alto índice de demissões no país, os profissionais sentem uma cobrança diária por melhores qualificações e bons resultados. Por sentirem-se pressionadas, as pessoas assumem altas cargas de trabalho para superar as expectativas das empresas, como afirma a psicóloga do Hapvida Saúde, Lívia Vieira.

Segundo a especialista, esses profissionais transformam as suas vidas no trabalho e, quando não conseguem o reconhecimento esperado, perdem o estímulo para desempenhar a sua função. “Esta desmotivação advém da falta de reconhecimento, ou seja, o trabalhador obstinado, que faz de tudo para se destacar em seu emprego, se doa, procura dar o seu melhor e sua meta é ser o melhor, sua vida se torna seu trabalho. Sua obstinação é tanta que passa a medir sua autoestima pela capacidade de sucesso profissional, mas não se sente valorizado como gostaria”, explica.

Com tanto esforço, é natural que em algum momento o estresse aumente e o corpo adoeça, podendo mudar o percurso e chegar a um nível severo de depressão. “Após tanto se doar, a sua capacidade física e mental começa a ficar debilitada, cansada, com estresse em fase aguda, o que afeta a mente, o psicológico e o corpo literalmente adoece, pois toda essa situação diminui a imunidade”, afirma.

A intensidade da doença varia de acordo com a carga que cada pessoa se impõe e nas suas cobranças internas. Algumas profissões, como é o caso dos bombeiros, policiais, professores, bancários, médicos e enfermeiros, exigem mais dos trabalhadores e estão entre as que mais afetam profissional com a síndrome de Burnout. Segundo a psicóloga, as possibilidades de tratamento variam de acordo com o estágio da doença, pois em alguns casos o problema pode ser resolvido com auxílio de um psicólogo e em outros é preciso tratar com medicamentos. Para diminuir os riscos, o fundamental é trabalhar em um local que proporcione satisfação.

(Fonte: www.anamt.org.br)

feliz dia dos pais

Um Feliz dia dos pais a todos!

feliz dia dos pais

Segurança da Família, a gente respeita demais os maiores especialistas nesse assunto!

Segurança da Família, a gente respeita demais os maiores especialistas nesse assunto! Um Feliz dia dos pais a todos!
Uma homenagem Grupo Mednet!

 

Você sabia que o uso correto de EPI pode salvar vidas?

O novo vídeo divulgado pelo Ministério Público do Trabalho apresenta os riscos que a falta de Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) pode causar a saúde dos trabalhadores. No episódio lançado na segunda-feira (16) a personagem R.G.D perdeu
parte da perna enquanto trabalhava em uma obra e perdeu o equilíbrio ao descer uma escada sem corrimão.

Proteger partes móveis de máquinas e instalar rodapés nas escadas são medidas que previnem acidentes. Essas medidas fazem parte da NR 18 que regulamenta o setor de construção civil.

No último dia 14 a falta de proteção em partes móveis de motores foi um dos motivos que levou uma construtora a ser multada em R$ 200 mil. Além de prevenir os acidentes, o cumprimento das normas também evita multas.

Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

MPT-NR-18

MPT-NR-18

 

 

5 multas trabalhistas que a empresa pode sofrer por falta do uso de EPI

O equipamento de proteção individual, popularmente conhecido como EPI, é todo produto ou dispositivo usado com o objetivo de proteger o trabalhador das atividades de seu ofício que ameaçam a sua saúde ou a sua segurança. A falta do uso de EPI por parte dos colaboradores pode resultar em diversas multas trabalhistas.

Existem vários tipos de EPI, sendo que seu uso varia conforme a atividade desempenhada e os riscos oferecidos por ela. Nesse caso, pode-se citar a proteção auditiva (protetor auricular ou abafador de ruídos), proteção respiratória (filtros e máscaras), proteção visual (óculos), proteção da cabeça (capacetes), proteção de pernas e pés (botas e sapatos), proteção de braços e mãos (luvas, mangotes e roupas de manga comprida), proteção contra quedas (cintos e cinturões de segurança) e proteção de corpo todo (macacão especial).

O uso desse equipamento só é indicado quando não é possível eliminar os riscos do ambiente. Dessa forma, a empresa só deve cobrar o seu uso após verificar que os equipamentos de proteção coletiva (EPC) não puderam ser aplicados ou são ineficientes para proteger o colaborador de acidentes ou de doenças ocupacionais.

Conforme a Norma Regulamentadora 6, é obrigação da empresa fornecer esse tipo de equipamento ao seu trabalhador. Caso essa norma não seja cumprida, assim como outras resoluções, está previsto aplicação de multas e punições. Explicaremos neste post quais são as multas trabalhistas que a empresa pode sofrer por falta do uso de EPI, como elas são calculadas e como se prevenir desse problema. Acompanhe!

Quais são as multas previstas pela falta de uso de EPI?

1. Fornecer EPI sem certificado de aprovação

No Brasil, qualquer EPI, seja de fabricação nacional ou internacional, só pode ser comercializado e usado nas empresas se tiver o CA, ou certificado de aprovação. Esse certificado é um documento exigido pelo Ministério do Trabalho e Emprego para garantir a funcionalidade e a qualidade dos equipamentos de proteção individual disponibilizados pela empresa.

Isso acontece porque, para garantir a preservação da saúde do colaborador, é necessário que ele tenha passado por testes específicos, de acordo com a função em que será empregado. Um equipamento que não tenha o certificado de aprovação não corresponde aos requisitos de proteção e, assim, poderá ser inútil para a segurança dos funcionários.

É por esse motivo que empresas que fornecem EPI sem o CA podem pagar uma multa de até R$20.000,00.

2. Fornecer EPI que não se encontra em perfeito estado de conservação

Para que a proteção oferecida pelo equipamento seja efetiva, é preciso que ele esteja em perfeito estado de conservação. Dessa forma, é dever da empresa fornecer a seu colaborador um EPI em bom estado e, caso ele não esteja, pode ser aplicada multa na instituição. Também é importante realizar avaliações periódicas nas máquinas e demais acessórios usados pelos funcionários, a fim de garantir seu bom funcionamento.

Por fim, lembre-se que é dever do trabalhador conservar o seu equipamento e notificar a empresa caso seja preciso realizar a sua troca. Para isso o colaborador deve receber o treinamento de conservação e utilização de EPI conforme descrito na NR6.

3. Não exigir o uso de EPI durante o horário de trabalho

Além de fornecer o equipamento adequado, é dever da empresa cobrar que todos os colaboradores o usem. Para tanto, é fundamental conscientizar o trabalhador de quais são os riscos que ele sofre quando não utiliza o equipamento corretamente ou somente por um período de seu turno. Esse trabalho pode ser feito por meio de Treinamentos, Palestras e Workshops.

Além disso, é preciso que a empresa realize checagens e inspeções de forma periódica. Afinal, se um funcionário não usa o EPI, ele deverá ser notificado. Quando essa atitude se repete, deve-se aplicar medidas disciplinares, como suspensões. Em último caso, pode-se demitir o funcionário por justa causa.

A prática de inspecionar e aplicar medidas de advertência é importante porque, caso o trabalhador tenha algum problema de saúde no futuro, será comprovado que o uso era feito de forma inadequada, o que não é responsabilidade da empresa. Sendo assim, quem paga a multa é o colaborador.

É previsto na lei o pagamento de multas trabalhistas pela empresa que não exige e cobra o uso correto do EPI de seus funcionários.

4. Uso de EPI com prazo de validade vencido

Os equipamentos de proteção individual têm validade , após esse período, devem ser trocados. A empresa que permite que os funcionários utilizem EPI com prazo de validade ultrapassado também podem receber multas.

A fim de evitar essa situação, é preciso verificar quais são os prazos de validade, o que pode ser feito no momento da checagem do estado de conservação e de uso do EPI. Além disso, é importante que a empresa tenha um estoque de todos os tipos de equipamento, a fim de realizar a troca imediatamente após o vencimento do prazo. Todas estas informações também devem estar na Ficha de EPI, documento obrigatório que deve ser entregue a todo o colaborador no momento do recebimento do EPI. Tanto o funcionário como a empresa devem possuir uma via assinada deste documento. Isso garante ao empregador que ele entregou todos os equipamentos de proteção que estão descrito no PPRA como obrigatório.

5. Fornecer EPI não específico para a atividade

Cada EPI é desenvolvido para uma atividade em específico. Afinal, os riscos mudam de ofício para ofício. Dessa forma, é imprescindível disponibilizar para o trabalhador o EPI que o proteja dos perigos para a saúde e dos acidentes que podem acontecer em sua função.

A empresa que não fornece o equipamento de proteção específico para a atividade do colaborador está passível de multas trabalhistas. Para que isso não ocorra, deve-se ficar atento às medidas de segurança do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

Como essas multas são calculadas?

A determinação do valor da multa é feito após um laudo pericial, visto que a punição depende de qual é o grau de risco que o trabalhador estava exposto na empresa. Além disso, o perito leva o ofício exercido em consideração, assim como a quantidade de funcionários envolvidos na atividade sem proteção.

A soma das penalidades será calculada com base na Norma Regulamentadora 28 (fiscalização e penalidades).

A empresa também pode sofrer outros prejuízos, como processos trabalhistas, civis e até criminais.

Quais são as formas de prevenir que essa punição aconteça?

A primeira medida é fornecer um equipamento de proteção individual de qualidade, com certificado de aprovação. Após, é imprescindível orientar os colaboradores sobre a importância do uso relacionado à sua atividade e os perigos para a saúde que o não uso ofertam. Para isso devem ser feitos treinamentos de reciclagem sobre o uso correto e conservação de EPIs.

Após essa medida, deve-se exigir o uso dos EPI e fazer checagens para confirmar se todos os funcionários estão utilizando os acessórios de forma correta e em tempo integral. De tempos em tempos (todo semestre, por exemplo), é importante atestar se os equipamentos estão em bom estado de conservação e trocar aqueles que não estão.

Por fim, é essencial que a empresa se planeje para realizar a troca de todos os equipamentos quando o prazo de validade expirar.

Outra forma de evitar problemas é contar com uma empresa especializada em Saúde e Segurança para auxiliar não só no cumprimento da norma, mas também no controle e gestão dos prazos de validade, bem como atestar o bom estado de conservação dos mesmos.

E então, viu como é fácil ficar livre das multas trabalhistas referentes ao uso de EPI? Conte para a gente a experiência do uso de EPI na sua empresa no espaço para comentários abaixo!

Quer ter mais acesso a conteúdos sobre multas trabalhistas? Acompanhe nossa página e esteja sempre atualizado!

Doenças que mais causam afastamento do trabalho

As pessoas passam grande parte de seus dias no trabalho. Sendo assim, é possível que o ambiente laboral seja um desencadeador de doenças. Nesse caso, elas são chamadas de doenças ocupacionais, e podem ocasionar o afastamento do trabalho.

Uma das principais causas desse grupo de patologias é a cobrança e os altos níveis de estresse, assim como as condições físicas inadequadas de trabalho e a falta de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Esse quadro é prejudicial para a empresa, que se torna menos produtiva com o afastamento de sua mão de obra, assim como para o colaborador, que fica com sua saúde e bem-estar ameaçados. Nesse contexto, é importante que todo gestor tenha em seu negócio uma política bem estabelecida de ações preventivas no ambiente de trabalho a fim de evitar doenças e, consequentemente, o afastamento do trabalho.

Neste post apresentaremos 6 doenças que comumente causam o afastamento do trabalhador. Confira!

1. Depressão

A depressão é a doença considera como o “mal do século” pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Sem dúvidas, uma das condições que propicia o seu desenvolvimento é o ambiente laboral. Isso porque, em alguns locais, há péssimas condições de trabalho, falta de valorização, cobranças constantes, altos níveis de estresse e outras situações negativas capazes de causar o afastamento do trabalho.

Dentre os sintomas estão a falta de interesse pelas atividades, desânimo, perda ou ganho de peso, diminuição do prazer pela vida, angústia, cansaço, insônia ou sono em excesso, ansiedade, sensação de impotência ou incapacidade, dentre outros.

Esse transtorno psiquiátrico pode atingir pessoas de qualquer idade, e é a quarta causa principal de incapacitação, seja no âmbito profissional ou pessoal.

2. Síndrome de Burnout

Em muitos ambientes de trabalho existem pessoas com estresse crônico, principalmente devido à sobrecarga de tarefas e a falta de valorização do colaborador. Assim, o profissional pode desenvolver a síndrome de Burnout, caracterizada por cansaço extremo, alterações no sono, irritação e falta de motivação ou vontade para realizar as tarefas. Em casos graves, também é possível que o indivíduo tenha alterações psíquicas.

Para prevenir esse transtorno, é fundamental que a empresa propicie um ambiente sadio para seus funcionários, ou seja, sem cobranças excessivas e que tenham programas de valorização do profissional. Além disso, o colaborador deve descansar adequadamente, assim como manter sua vida pessoal ativa.

3. Dorsalgia

A dorsalgia, popularmente conhecida como dor nas costas, é extremamente comum no ambiente laboral. Em alguns casos, ela pode ser tão incapacitante que provoca o afastamento do trabalho. Segundo estimativas da previdência, a dor nas costas foi o incômodo que mais afastou funcionários de suas funções em 2017, assim como é uma das mais citadas nos últimos 10 anos na lista de doenças mais frequentes que receberam auxílio do INSS.

A boa notícia é que esse quadro pode ser evitado com cadeiras confortáveis e próprias para o trabalho em escritório e mesas de altura adequada. Além disso, é interessante que o empregador ofereça palestras sobre ergonomia no ambiente de trabalho, em que são ensinadas posições corretas e exercícios para aliviar a tensão. Essa ação é especialmente importante para funcionários que carregam cargas pesadas.

4. LER

LER é a sigla para lesão por esforços repetitivos, outro quadro que causa o afastamento do trabalho. Ela é mais comum em pessoas que exercem atividades contínuas e repetitivas, como atendentes de telemarketing, devido à digitação excessiva. Além disso, ela também é mais frequente em motoristas e caminhoneiros, visto que esses profissionais dirigem durante boa parte do dia; músicos, pela prática de instrumentos, e atletas, principalmente aquelas que praticam o arremesso de peso ou esportes com raquete, como o tênis.

O quadro é caracterizado por dor na articulação sobrecarregada, fraqueza, formigamento, sensibilidade aumentada, rigidez e inchaço. A prevenção é, basicamente, evitar que a atividade repetitiva seja feita por muito tempo contínuo. Sendo assim, deve-se realizar pausas a cada 30 minutos e praticar a ginástica laboral, técnica que relaxa e alonga as partes do corpo.

5. Hérnia de disco

O disco vertebral é uma estrutura localizada entre uma vértebra e outra, sendo que a sua função é absorver e consequentemente diminuir os impactos gerados pela movimentação do corpo. A hérnia de disco ocorre se o disco perder a sua formatação, formando um abaulamento. Nesse caso, há prejuízo da função do disco e, dessa forma, pode haver pressão nas raízes nervosas.

O quadro é caracterizado por dor intensa no local da hérnia de disco, dificuldade em realizar movimentos como abaixar, girar o corpo ou levantar, sensação de fraqueza, dormência em áreas próximas e, em alguns casos, sensação de queimação ao longo do nervo pressionado.

Essa alteração é mais frequente em pessoas que adotam posições inadequadas, são obesas ou sedentárias. Dessa forma, a prevenção consiste em corrigir a postura e realizar atividades físicas.

6. Varizes

As varizes são dilatações de veias e acontecem comumente nos membros inferiores. São mais frequentes em pessoas que passam muito tempo em pé no exercício do trabalho, como vendedores de lojas e trabalhadores de linhas de produção. Isso acontece porque a panturrilha é responsável por mandar o sangue de volta para o coração. Se um indivíduo passa tempo excessivo em pé e sem se mexer, o sangue não retorna, e acaba dilatando as veias.

Apesar de não parecerem um quadro grave, as varizes são uma causa importante de afastamento do trabalho. Afinal, conforme a doença avança, a pessoa sente tantas dores que não consegue mais ficar em pé e exercer sua função.

Para evitar esse quadro, é recomendado que o colaborador descanse cerca de 5 minutos a cada meia hora, colocando os pés para cima, a fim de melhorar a circulação sanguínea. Além disso, durante os turnos é indicado usar meia de compressão, que propicia o retorno venoso.

E então, conseguiu entender quais são as doenças que mais comumente causam o afastamento do trabalho? Para evitar esse tipo de problema, é fundamental saber como evitar doenças no ambiente laboral. Continue na nossa página e aproveite a leitura. Até mais!

Conheça a Importância do PCMAT

Nesse artigo falaremos sobre a importância do PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho).

Mostraremos através de itens concretos que o investimento no PCMAT é uma das estratégias mais acertadas das empresas de construção civil.

QUAL NR REGULAMENTA O PCMAT?

O PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho) é um programa de segurança do trabalho obrigatório na construção civil, foi criado pela NR 18 do Ministério do Trabalho.

Sua obrigatoriedade aparece na NR 18, a partir do item 18.3.

A responsabilidade de implementar o PCMAT nas obras é do empregador ou condomínio, conforme o item 18.3.3 da NR 18.

O empregador além de indicar o elaborador deve indicar alguém que implemente o programa como ação permanente de segurança do trabalho na empresa.

PARA QUE O PCMAT SERVE?

Ele faz parte de uma série de ações de segurança do trabalho que a empresa de construção deve adotar para evitar acidentes de trabalho.

O curioso é que o fato da NR 18 dizer no item 18.3.1.1, que o PCMAT deve contemplar as exigências da NR 9, ou seja, do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).

Essa ligação mostra que a função do PCMAT na junção com o PPRA, também acaba absorvendo a função do PPRA que é evitar doenças ocupacionais ou do trabalho.

ONDE DEVO GUARDAR O PCMAT?

O PCMAT deve ser guardado na obra num local de fácil acesso aos trabalhadores.

A própria NR 9 (que o PCMAT também deve cumprir) diz no item 9.5.1 que a empresa deve receber propostas que os trabalhadores oferecerem sobre riscos encontrados nos locais de trabalho.

O item 18.3.1.2 da NR 18 diz que o PCMAT deve permanecer mantido no estabelecimento/obra/frente de trabalho.

E claro, deve estar à disposição das autoridades e dos trabalhadores interessados.

 

DE FORMA PRÁTICA, QUAL A IMPORTÂNCIA DO PCMAT?

De forma prática o PCMAT vem para que através de ações preventivas sejam evitados os principais acidentes da construção civil, como:

– Quedas de nível;

– Quedas no nível;

– Lesões nos olhos por partículas lançadas;

– Soterramento;

– Choque elétrico;

– Queda de objetos;

– Cortes;

– Atropelamentos.

E como já dito, com a junção PPRA/PCMAT a empresa de construção pode evitar também doenças ocupacionais como dermatite (contato com cimento), surdez (causada por ruído ocupacional), problemas na coluna cervical (causados por transporte de cargas manuais e vibração de corpo inteiro), etc.

Importante lembrar, que as avaliações quantitativas feitas no PCMAT dão subsídio também para a implementação de medidas de controle coletivas e na impossibilidade delas, a indicação de uso de EPI.

A PARTIR DE QUANDO A EMPRESA É OBRIGADA A TER O PCMAT?

Conforme a NR 18, o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho) é obrigatório em estabelecimentos de construção civil com 20 ou mais trabalhadores.

 

Pode ocorrer casos onde mesmo não tendo 20 a empresa é obrigada a ter PCMAT?

Sim, pode ocorrer. E isso corre normalmente quando a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) do sindicato dos trabalhadores da construção civil determina o PCMAT com menos de 20 empregados.

Recentemente estive em um município onde a CCT determinou que naquele município o PCMAT é obrigatório para obras a partir de 1 empregado.

O recado que fica é, esteja de olho na Convenção Coletiva de Trabalho para não ser surpreendido, principalmente durante uma fiscalização do Ministério do Trabalho.

EXISTE MODELO DE PCMAT?

Infelizmente ou felizmente não existe um modelo de PCMAT.

O importante na elaboração do PCMAT é que o elaborador observe na NR 18 quais são as exigências e estrutura do programa. Elas são o mínimo que o PCMAT precisa conter.

 

CONCLUSÃO

Espero que essas dicas o ajudem a notar a enorme importância do PCMAT e quanto a empresa perde quando não o elabora ou não o implementa.

A não implementação do PCMAT pode fazer a empresa perder muito dinheiro com acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, litígios trabalhistas, aumento do FAP, desgaste da imagem da empresa, etc.

(Fonte: segurancadotrabalhonwn.com)

Canpat: frigoríficos estão entre os ambientes com mais riscos

Os frigoríficos estão entre os ambientes de trabalho que mais oferecem riscos à saúde e segurança do trabalhador devido às atividades relacionadas ao abate, corte e armazenagem dos alimentos. O manuseio de equipamentos pesados e cortantes, o ritmo acelerado de trabalho, a exposição à umidade e a baixas temperaturas e os choques térmicos são fatores que podem aumentar as chances de acidentes e adoecimento, especialmente se não forem adotadas medidas de segurança.

A indústria frigorífica está no topo do ranking de acidentes de trabalho do ramo alimentício. São registradas 54 ocorrências, em média, por dia. Em 2017, foram 20.595 acidentes nos frigoríficos, um aumento de 7,90% em relação ao número de 2016, que totalizaram 19.087. O número, no entanto, poderia ser menor, caso houvesse gestão de riscos ocupacionais, foco da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Canpat) 2019, lançada em 3 de abril.

Segundo o coordenador da campanha, o auditor-fiscal do Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia José Almeida Junior, todos os locais de trabalho precisam de gerenciamento de riscos. “A necessidade é ainda maior naqueles locais onde há atividades que, por sua natureza, condições ou métodos, exponham seus empregados a agentes nocivos à saúde e à segurança. Esses ambientes devem ter uma cuidadosa gestão de riscos ocupacionais, com um controle mais detalhado e uma fiscalização mais eficaz”, explica.

Almeida enfatiza que é responsabilidade dos empregadores garantirem que os funcionários que atuam na indústria frigorífica em atividades que oferecem riscos passem por treinamento inicial e periódico e participem de capacitações específicas. Essas e outras regras estão descritas na Norma Regulamentadora 36 (NR 36), conhecida como a NR dos Frigoríficos, em vigor desde abril de 2013.